domingo, 8 de agosto de 2010

As típicas tardes de domingo

É rotina. Não passo um Domingo a tarde sem acompanhar futebol, e não troco de jeito nenhum o futebol Paraense por jogos da Série A do Campeonato Brasileiro. Hoje, por exemplo, tem o maior clássico - na minha opinião, claro! - do futebol do Brasil: Corinthians x Flamengo, mas ainda sim prefiro acompanhar Remo x América-AM.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Leão e Rafael Moura: Infelicidade paga em alto nível

Não é raro escutar que o técnico Leão – aquele que foi o segundo goleiro na Copa de 1970 – está envolvido em confusões, que saiem do campo e chegam ao âmbito policial. Sem levantar dados, lembro-me de 2003, quando o técnico entrou no gramado do estádio do Mangueirão, depois de Vandick ter feito um gol – impedido – pelo Paysandu, contra o Santos (time que ele treinava) para agredir o árbitro da partida. Ou seja, Leão conhece umas e outras delegacias Brasil a dentro.

Leão é um caso reincidente. Não, não quero que ele seja punido por esse motivo. Rafael Moura não é reincidente, mas merece ser punido da mesma maneira. O que aconteceu foi no Barradão, em Salvador, foi lamentável... Só faz manchar a imagem do Goiás – que não tem nada a ver com o caso.

O saldo de tudo isso são merecidos 30 dias de suspensão. Rafael Moura não poderá jogar, enquanto Leão não poderá comandar o time na beira do gramado.

Escrito em 29/07/2010

Por: MAURÍCIO BRAGA

Neymar: Mulecaquem ou coisas do futebol?

O que Neymar fez contra o Vitória/BA, afinal foi o que? Sinceramente, não tenho opinião formada. O que posso dizer é que era uma final de Copa do Brasil, um pênalti que resultaria num gol importantíssimo no resultado no jogo, mas a frente... Mas vamos lembrar Loco Abreu. Semi-final de Copa do Mundo, cobrança de penalidade máxima decisiva... Ele vai, dá a cavadinha na bola e, gol. Ninguém o criticou... Enfim, não sei. Só sei que, se Neymar tivesse feito o gol na partida de ontem, todo mundo falaria que ele é o Pelé do Sec. XXI.

Escrito em 29/07/2010

Por: MAURÍCIO BRAGA

BH e Brasília saiem na frente de São Paulo para receber a abertura da Copa de 2014

A Copa do Mundo é um evento esportivo que para o Mundo, e todos nos mobilizamos para acompanhá-la. Todos temos sempre muito carinho – mesmo quem não gosta tanto assim de futebol – com esta competição, principalmente quando ela acontece em nosso país. Não é todo dia que temos um evento tão monstruoso como esse aqui por perto.

A Copa em si é linda, o que não podemos esquecer é a forma em que querem levar a nossa. Ricardo Teixeira está louco para que a estreia da Copa seja em São Paulo, mas a capital Paulista não tem, ou não terá um estádio à altura de uma abertura de Copa do Mundo – Até tinha, mas as reformas que acontecerão no Morumbi não são suficientes para preencher o ego dos diretores da CBF e principalmente, da FIFA.

O que tiramos de conclusão de tudo isso é que São Paulo está caindo no conceito dos organizadores (Parabéns ao atual Prefeito e atual Governador de São Paulo, que falaram que o SP não verá dinheiro público na construção – nem reforma – de estádio). Então, quem se encaixar no perfil político de Ricardo Teixeira sediará a abertura da Copa. Belo Horizonte e Brasília são os maiores candidatos.

Belo Horizonte, de fato, está na frente – vamos esquecer um pouco sobre a questão política – das outras sedes. O estádio do Mineirão já fechou para reforma, certa empresa já responsabilizou-se para a construções de uma sequência de hotéis num raio de 10 km do estádio da capital Mineira, novas vias estão sendo concluídas e/ou recuperadas na grande BH...

O caso de Brasília é óbvio, é a cidade onde vivem os mais “poderosos” homens do nosso país. Este argumento, sozinho, bastava. Mas acima das questões políticas (tudo que relaciona estas instituições: CBF, FIFA, enfim... são tudo escolhas políticas), a organização do estádio Mané Garrincha também já começou a sua reforma.

Independente onde será a abertura da Copa aqui no Brasil, estou convicto de que a CBF é um brinquedinho qualquer de seu presidente, Ricardo Teixeira. O tão esperado estádio novo, moderno e imaginário de Ricardo Teixeira em São Paulo talvez não exista. Um primeiro passo foi dado, estamos vendo pessoas que não se curvam ao sistema pragmático da senhora CBF.

Escrito em 29/07/2010

Por: MAURÍCIO BRAGA

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Jornalismo, sinonimo de ibope ou seriedade?

Nos últimos dias, quando ligamos a televisão, muitos programas fazem valer da força do Jornalismo, falando sempre muito dos "principais" assuntos da atualidade. Hoje, os casos que estão na "moda" são: A incessante tentativa da Justiça Paulista em confirmar o assassino da advogada Mércia e também a do ex-goleiro do Flamengo Bruno, principal acusado de ser mandante do seqüestro e assassinado de Elisa Samúdio.

Até onde o Jornalismo está presente nestas situações? Bom, o conceito de Jornalismo é simplesmente repassar a notícia com pura transparência dos fatos, nada mais que isso. Quando um caso comove a opinião pública, a maioria dos meios de comunicações fala, falam, falam até enjoar. A imparcialidade em que o Jornalismo deveria ter passa a não existir mais.

Estes tipos de casos transformam-se em verdadeiras novelas, perdendo a essência do fato, que é a agressão ao ser - humano. Infelizmente, as empresas que se fazem valer da força do Jornalismo, querem mostrar o que o público quer ver, e às vezes o que o público quer ver não é o que o verdadeiro Jornalismo - aquele sério e imparcial - dita. Transforma o acusado - como tanto outros pelo país -, em uma figura pública de desafeto.

Empresas que usam essas "artimanhas" querem ibope, a cada dia que passa, nós reparamos isso com muito mais clareza, com falei anteriormente, esquecendo a figura humana. Isso tudo não é Jornalismo, e fica parecendo simplesmente mais uma daquelas novelas - sem sal, diga-se de passagem - que assistimos no dia-a-dia.

Escrito em 25/07/2010

Por: MAURÍCIO BRAGA

BH fria pra dedeu

Ao contrário de Belém, o Clima da grande BH é congelante. Frio é apelido. Percebemos também o ambiente seco, Belém é úmido. Belém é quente e úmido, Belo Horizonte é fria e seca. Isso tudo fica bem evidente quando praticamos atividade física, o oxigênio falta, a garganta seca. É tudo muito estranho, diferente. Mas ao passar do tempo dá pra se ambientar.

Clube Atlético Mineiro: Descaso com os Atleticanos de fora de Minas Gerais.



Ainda em Belo Horizonte, Minas Gerais, decidimos voltar as sedes dos Clubes daqui de BH. Não, não voltei aqui para escrever sobre o show em que o Cruzeiro dá em estrutura para os seus amantes. Seria redundância falar que fomos mais uma vez muito bem atendidos, obrigado, na Sede Administrativa do Cruzeiro Esporte Clube. Estou aqui para expor minha decepção com o Atlético-MG, o que estão fazendo é uma verdadeira palhaçada com os Atleticanos.

Entramos na Sede do Atlético, logo fomos em direção a recepção. Um senhor que aparentava mais ou menos cinquenta anos estava lá, mostramos nossa situação. Falamos que estávamos em BH de férias, e queríamos visitar a sede... Querem saber o que recebi de resposta? Simplesmente um: "Não tem nada para vocês verem aqui, esta é a sede administrativa". Questionei se o pessoal do Marketing estava no prédio, porém todos - isso mesmo, todos! - estavam no almoço.

E o senhor da recepção continuou tocando na mesma tecla: "aqui não tem nada!". Eu fiquei pensando: "A Sede do Cruzeiro também é administrativa, e mesmo no horário do almoço tinha alguém para nos atender". Tudo bem, logo reparei porque o Cruzeiro é disparado o melhor e maior clube de BH. Sem corporativismo, nem nada. Fiquei muito chateado.

Insisti bastante - não queria sair de BH sem conhecer o máximo dos dois grandes clubes daqui -, perguntei se haveria a possibilidade de visitar o CT (Centro de treinamento) do Galo. A resposta foi firme: "Está em reforma, não estamos fazendo visita. Além do mais, o Wanderley - atual técnico do Galo - é chato com esse tipo de coisa". Então, não tínhamos mais nada para fazer no local.

Antes de sair da pequena Sede do Atlético, falei para o senhor da recepção: "Vocês estão perdendo torcedores. Repito, não sou de BH, sou de Belém, e lá na minha cidade torcia para o Galo. Como fui bem tratado no Cruzeiro, e muito mal recebido aqui... Hoje, meu time em Minas Gerais é o Cruzeiro." O senhor até que entendeu nossa situação, mas não podia fazer mais do que aquilo. E continuou falando: "Aqui o pessoal nasce Atleticano".

Fomos embora. Fomos com a mínima vontade de ir a algum lugar do Atlético, e é por essas e outras que muitos Clubes Brasil a dentro estão perdendo torcedores, perdendo forças, enquanto outros Clubes crescem assustadoramente. Aqui em BH, isto se torna evidente com a simpatia e estrutura que o Cruzeiro recebe seus torcedores, e o Atlético com toda antipatia e nenhum carinho com o torcedor. Só temos a lamentar.

Escrito em 24/07/2010

Por: MAURÍCIO BRAGA